Untitled Document Quando e quem inventou o...

- Telefone: o telefone foi inventado pelo norte-americano Alexander Graham Bell, em 1876, os primeiros aparelhos eram dotados de uma manivela, que acionada, fazia contato com uma central e a telefonista completava a ligação. Hoje em dia, o aparelho telefônico modernizou-se e é o meio particular mais conhecido de comunicação à distância. Sem falar no celular, que, por enquanto recebe ligações de longa distância através de estações retransmissoras, em breve, receberemos em nosso celular ligações via satélite.

- Bússola: a bússola é um instrumento de orientação que contém uma agulha imantada, apontando sempre para o pólo norte da Terra. Os Europeus conhecem a bússola desde o século XII, porém, a referência mais antiga encontra-se numa espécie de dicionário chinês do ano 121, mas não existem documentos que definam quem foi o seu inventor.

- Avião: Leonardo da Vinci foi o homem que elaborou os primeiros projetos de construção de aviões, mas somente em 1906, o brasileiro Santos Dumont espantou o mundo, ao executar em Paris o primeiro vôo público no famoso 14-Bis, a aeronave ergueu-se a um altura de 50 metros, voando a 37 km/h, e Santo Dumont ficou conhecido como o “pai da aviação”.

- Televisão: A grande invenção do século XX foi a televisão, muitos estudiosos já haviam feito experiências com transmissão de imagens, porém, foi em 1875 que o americano G.R. Carry construiu o primeiro aparelho para a transmissão de imagens por ondas eletromagnéticas, e somente em 1929 é que se realizou a primeira transmissão experimental de televisão, em Londres. No Brasil a TV foi lançada em 18 de setembro de 1950, pela extinta TV Tupi, de São Paulo.

- Rádio: Muitos pesquisadores contribuíram para a invenção do rádio, mas foi só em 1896 que Guglielmo Marconi conseguiu emitir sinais e captá-los a centena de metros, dando sentido ao que conhecemos hoje como rádio. A primeira estação de rádio do Brasil só entrou no ar em 1923.

- Lâmpada: a lâmpada é uma fonte artificial de luz. Na Europa, desde a antigüidade as lanternas à óleo, gás ou combustível iluminavam as casas, templos e as ruas. A primeira lâmpada elétrica foi inventada por Thomas Edison, em 1877, depois de realizar 1200 experiências elétricas.

Chupeta e mamadeira:
R = A chupeta foi inventada por um médico russo, Stoitchcovsky, na antiga União Soviética. Ele não agüentava mais o choro constante de sua filha, Katerínikoskitóva, e aperfeiçoou um método de silenciamento que ele conhecera quando trabalhava na KGB (ex-agência de inteligência russa). Como ele não queria matar sua filha, que apesar de chata era muito amada, trocou o ferro derretido por plástico e colocou na boca da filhota. Como isso funcionou com perfeição, Stoitchcovsky adaptou a chupeta (como ficou conhecido o instrumento silenciador de crianças) e fez com ela um isntrumento de alimentação (já que a criança chorava na hora de comer porque precisava tirar a chupeta). Stoitchcovsky só não ficou milionário com sua invenção porque tudo na época era controlado pelo Estado e eles assumiram a patente da chupeta e da mamadeira. Isso era tão útil que até os Estados Unidos incorporaram a chupeta e a mamadeira em seu país, mas fingiram que foi uma criação norte-americana para não admitirem a utilização de um instrumento soviético em suas crianças. Ah, antes que eu me esqueça, Katerínikoskitóva continuou usando chupeta e mamadeira até a vida aduta, quando se tornou a primeira pessoa do mundo a ter todos os 32 dentes tortos.

Dia das mães:
R = O dia das mães remonta dos tempos remotos do antigo Egito. O tal publicitário americano que os livros dizem que criou o dia das mães pensando em faturar muito dinheiro realmente teve essa intenção, mas elaborou a escolha do dia através do período Mansés, onde se comemorava algo parecido com o nosso dia das mães. Essa comemoração foi uma homenagem que o faraó Raminós III fez a sua mãe depois que se arrependeu de ter mandado chicoteá-la por ela tê-lo repreendido depois dele ter quebrado um vaso na sala de estar do palácio. Esse tal período Mansés durava uma semana e tinha início exatamente na mesma época em que foi decidido o dia em que se homenagearia as mães em nosso calendário.

Férias:
R = Quem inventou as férias foi um estadunidense chamado John Silvy, que era faxineiro do Senado norte-americano em 1835. Ele estava consado de trabalhar tanto e resolveu aproveitar que tinha fácil acesso às gavetas dos senadores (precisava limpar tudo, então possuia a chave de tudo) para falsificar um pedido de votação para uma lei que garantiria aos trabalhadores um período de descanso (até então, não existia esse conceito entre os empregadores). A lei acabou sendo aprovada, pois John já sabia de antemão em que local ficavam as leis que eram aprovadas e as desaprovadas (os senadores não liam nada, apenas seguiam o que estava pré-definido pelo presidente). Apesar do susto após terem descoberto a besteira que fizeram, os senadores não tiveram escolha pois não era possível voltar atrás numa lei que havia acabado de ser aceita por unanimidade. A partir daí, o mundo imitou os Estados Unidos e esse período de descanso passou a vigorar em quase todo o planeta. O termo “férias” surgiu porque John, espertamente, colocou em seu “projeto de lei” que os funcionários no período de descanso continuam a receber a féria do mês. Como o descanso era em dois meses, seriam duas férias. Os empresários ficaram com tanta raiva que, jocosamente, passaram a chamar isso de “férias imerecidas” e, mais tarde, por preguiça, apenas de “férias”. Com o tempo, o termo virou sinônimo desse período de descanso.

Internet:
R = A grande rede mundial de computadores denominada Internet teve sua origem na atualmente desconhecida Mininet (palavra formada pela junção dos termos ingleses “mini” - pequeno - e “net” - rede). Era, como o nome já sugere, uma rede pequena que interligava dois irmãos. Não os computadores deles, mas os próprios irmãos. Explicarei melhor: em 1945, os irmãos norte-americanos Michael e John Greyground tinham respectivamente treze e quinze anos de idade. Os dois sempre estavam juntos, mas precisariam se separar depois que John descobriu que estava com caxumba. Para que a mãe deles não os separassem, eles criaram um fio de fibra ótica (que na época sequer existia) e se ligaram através do cérebro. A partir daí, além deles não se separarem nunca mais, aidna liam o pensamento um do outro. Os dois, conhecidos a partir de então como irmãos Mininet, serviram de alicerce para a construção da rede de pesquisas por computadores Arpanet, que originou finalmente a Internet como a conhecemos hoje em dia.

Números:
R = Os números foram criados por um mercador árabe do século XVIII a.C. cujo nome infelizmente não ficou para a posteridade. Ele vendia produtos finos e chiques para as sociedades emergentes da época. Seus produtos eram muito caros e devido à inexistência de números ele tinha muita dificuldade em definir o preço de suas mercadorias aos compradores. Ele costumava carregar um caldeirão com várias pedras e dizia que o preço seria era aquela quantidade de pedras substituídas por ouro. Mas isso mostrou-se inviável após certo tempo porque o peso era muito grande e nem sempre os compradores colocavam pedaços de ouro no tamanho certo. O mercador queimou a mufa pensando numa solução e teve um insight ao observar suas mãos. Cada dedo sozinho era uma quantidade, um com outro era uma quantidade maior e assim por diante. Ele resolveu definir esas quantidades e dar nome a elas (os nomes não são importantes nessa explicação, mas foram eles que num futuro distante deram origem aos nomes dos números nas diversas línguas do mundo). Seu serviço tornou-se mais fácil (apesar da dificuldade inicial de explicar o que eram os números para seus clientes). Pouco tempo depois esse conceito chegou à Grécia onde vários homens de ciência desvirtuaram o conceito original de número do mercador árabe e criaram a matemática. Mas isso é outra história...

Saco de vômito:
R = O saco de vômito foi criação do holandês de descendência grega Maurício Kabistikus, em 1978. Ele era dono de uma empresa aérea na Holanda e sofria para limpar seus aviões dos vômitos. Ele então criou o protótipo dos atuais sacos de vômito. O único problema deles é que, além de serem reciclados, eram de pano, o que fazia com que quem vomitasse neles sofresse de respingos do próprio vômito. Maurício não se importava com esses pequenos detalhes, já que a reciclagem dos vômitos era muito útil para sua fábrica de miojo. Só não pergunte, por favor, o porquê do vômito ser importante na fábrica de miojo de Maurício Kabistikus.

Seqüência das letras do alfabeto:
R = Antes do alfabeto ser criado, os homens das cavernas comunicavam-se por sons e grunhidos verdadeiramente ilógicos para os ouvidos da humanidade atual. Com o desenvolvimento da humanidade e, conseqüetemente, do cérebro das pessoas, a comunicação falada adquiriu cada vez mais importância e consistência. O alfabeto, como todos sabemos, foi criado pelos fenícios, que precisavam de uma forma de escrita para facilitar seus negócios. O alfabeto na época (cuneiforme) diferia muito do nosso (romano), que tem sua origem obviamente no Império Romano. Originalmente as letras tinham outra ordem, ainda não descoberta pelos pesquisadores, mas que foi modificada porque o filho de um imperador, cujo nome não é importante para a compreensão do fato histórico, só conseguia memorizar as letras na disposição que conhecemos. Portanto, um decreto de seu pai redefiniu a disposição das letras e isso perdura até nossos dias.

Tênis:
R = O primeiro tênis foi criado por um argentino chamado Juan de las Flores de Marzo. Ele sofria de uma espécie de elefantíase que fazia seus pés crescerem a cada mês (obs.: crescerem para cima, e não para frente). Como não agüentava mais comprar um sapato novo cada mês, resolveu adaptar uns cadarços em seu sapato. quando o pé crescesse, bastaria dar mais corda. É importante salientar que ele criou mas não comercializou. Um americano chamado John March Flower, primo distante de Juan e produtor de barbante que estava indo à falência (na época as pessoas estavam deixando os barbantes de lado e preferindo comprar a recém criada fita-crepe) gostou da idéia, que poderia salvar sua empresa (que, obviamente, passaria a fabricar cadarços). Contratou um especialista de Marketing que convenceu os jovens da época que um tênis, apesar de mais caro, era muito melhor que sapatos, obviamente omitindo o motivo dele ter sido criado. E até hoje é isso.